Inadimplência

Drible a inadimplência escolar: Contrate nossos serviços! A Stival Advogados possui um departamento exclusivo para realização de cobranças extrajudiciais e judiciais.

Gestão de Inadimplência Escolar

Em um mercado cada vez mais competitivo, o empreendedor precisa ter segurança jurídica para exercer suas atividades com tranquilidade, e é neste intuito que nos dirigimos a V.Sr. para oferecer a Experiência, Resultado e Parceria de nosso trabalho. Você pode contar com tudo isso na STIVAL ADVOGADOS. Leve nosso sistema para sua escola e descubra as vantagens de ser dinâmico.

INADIMPLÊNCIA: CRIAMOS O MONSTRINHO E DEPOIS RECLAMAMOS…

Criamos o monstrinho quando atrasam o pagamento e nós não cobramos os encargos. Pensamos nós: “… é tão pouquinho, 2% de multa e 1% de juros… para que cobrar…”? O problema não é o valor financeiro, mas a mensagem que estamos passando ao cliente: “… grande negócio atrasar e depois negociar o débito, de forma parcelada, sem encargos… Bobo é quem paga no vencimento…”.

E os que se esforçam para manter em dia seus pagamentos? Estes sim estão sendo penalizados. Provavelmente, para eles nós não adotamos nenhum tipo de atitude diferenciada, sequer um “muito obrigado” por e-mail mesmo. Para os que devem, aí sim, cartas, e-mails, telefonemas, torpedos. Montamos equipes de call centeres, compramos sistemas, desenhamos políticas de cobrança, contratamos advogados, treinamos nosso pessoal para cobrar e negociar e vai por aí afora. É um contrassenso. Uma parafernália de recursos investidos para tratar da minoria que não paga ou que, como dizem alguns, paga pontualmente atrasada. Sou contra cedermos o tempo todo, aceitarmos as imposições de pagamentos parcelados do jeito que o inadimplente quer e no valor que ele quer, e ainda achar que com isso negociamos.

Não o fizemos, cedemos. Cedemos, pois temos medo de perder alunos, de que ele mude para a escola da esquina, de que, se endurecermos ele vá procurar os seus direitos e vamos ter problemas com as questões de “constrangimentos e que tais”. E aí o tornamos um viciado. Viciado em atrasar sempre, em negociar conosco e contar para todos os demais que obteve vantagens com isso, em se auto promover. Basta! Pare com isso, se quiser que sua instituição sobreviva.

Tome algumas decisões corajosas: adote uma postura de enfrentamento logo no atraso. Se você não enfrenta-lo vai acontecer como uma infestação de cupins: quando perceber, já está feito o estrago. “Não deixe o cupim proliferar”.

Combata imediatamente, inicie o processo de cobrança logo após o vencimento. Afinal as pessoas pagam primeiro aquele que cobrar primeiro.

Procure identificar as causas do atraso. Pode acontecer de que se deva a processos internos, envio de boletos, por exemplo. Você identifica o problema, toma ações corretivas e resolve parte dele.

Desenhe uma política de cobrança, não se importe se sua instituição é de pequeno porte ou não, desenvolva procedimentos que serão adotados sempre que alguém não pagar no vencimento.

ASPECTOS QUE IMPACTAM A INADIMPLÊNCIA NA EDUCAÇÃO

  1. Processo de matricula atribulado Quanto mais informações você conseguir na ocasião da matrícula, mais munido estará para eventuais cobranças futuras. Talvez você vá dizer que é um momento muito atribulado, não dá para ficar exigindo muita coisa, pois o cliente em potencial poderá buscar outra instituição. É verdade, mas qual perfil de cliente você quer ter? Há instituições que solicitam vários documentos e condicionam a confirmação da matrícula para os dias seguintes. Nesse intervalo fazem todas as verificações necessárias. E nem por isso deixaram de ter alunos e até reduziram os níveis de inadimplência;
  1. Não ter quem se dedique somente a cobrança Definir alguém que será responsável por isso, preparado, treinado, com determinada autonomia para cobrar e negociar. Não estou sugerindo contratações e sim que isso seja feito por alguém ainda que parte do seu dia. Cobrança se faz todos os dias;
  1. Não ter uma política de cobrança Independente do porte da instituição, ela tem que ter regras claras que definam os procedimentos quanto aos atrasos. Assim os inadimplentes perceberão que qualquer pessoa que os atenda adotará a mesma postura porque isso já foi definido na política. Claro que exceções acontecem e têm que ser tratadas como tal. O que não pode (e não deve) acontecer é cada pessoa adotar um procedimento diferente do outro;
  1. Ser complacente com os atrasos; Venceu? Cobre! Não deixe o tempo passar. Lembre-se de que recebe mais rápido quem cobra mais rápido. Os devedores pagam primeiro aquele que mais o aborrece, portanto ser “chato” e persistente nesse momento é um grande ponto a favor. E não se importe ao ouvir coisas do tipo: “… mas eu posso pagar no banco até o dia 30…”. Sim pode mesmo, mas o que queremos não é cobrar multa, juros etc., querem apenas que cumpra o contrato;
  1. Dispensar encargos – incentiva a inadimplência Você poderia alegar que é melhor receber o principal do que ficar “brigando” para corrigir o dinheiro e não receber nada. Concordo. Por outro lado qualquer que seja a decisão certamente terá uma conseqüência. Não cobrar encargos significa premiar os devedores e punir quem paga em dia. Há instituições que negociam, facilitam, mas não abrem mão da multa, ainda que seja pequena (2%) é muito mais uma pressão psicológica do que financeira;

Se decidir não cobrar os encargos tenha a certeza de que meia hora depois haverá um monte de gente querendo o mesmo benefício por que manter os acordos em sigilo não é o forte desse pessoal;

Ainda que esses aspectos impactem os resultados nas nossas cobranças, felizmente os acertos são maiores, caso contrário nossas instituições não sobreviveriam. Como dizem os japoneses:…o importante é Kaizenar… Não tente encontrar esse verbo no dicionário. Kaizen significa melhoria contínua, sempre. Logo, independente dos níveis de inadimplência que tenhamos, temos que melhorá-los… Sempre!

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Stival Advogados
Drª. Mycal Stival Faria
OAB/GO 21.557